Morte do tempo
Brusca invasão dos homens,
No mundo de céu anil,
A vontade de sobressair de si mesmo
Fortes dores no peito,
Primeiro a colheita de fevereiro,
Em dezembro a seca do sofrimento,
A realidade cruel ao redor,
Para recomeçar juntamos armas,
A falta de fé nos desarma,
Desacreditada,
A confiança
Nos tornaram frios nesse espaço
Lúcido,
sem ao menos o direito
Da fiança.
O gosto da coragem na cama
De espinhos,
descansa a preguiça da alma.
Dos maus presságios,
Doi essa forma invisível
Chamas acesas
Nos condena por um crime cometido,
A morte do tempo
Na fogueira do espaço vazio.
isis inanna
Enviado por isis inanna em 21/06/2016
Alterado em 21/06/2016
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