Tumba da solidao
Provoco as palavras
Do meu outro ser,
Dou o nome,
Meu sobrenome,
Como desfazer ?
Do meu inverso sem admitir
Ser meu verso?
Essa descoberta revela meus pertences
Em letras a mortalha da minha confissão,
Morta, abandonadas
Na tumba da solidão,
Deixo um maço de cravo,
Pois as rosas estao perfumando
A alma do poeta...lumiada sua escuridão.
isis inanna
Enviado por isis inanna em 02/07/2016
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