Jardim da prepotência
No jardim da prepotência
Silêncio do sino rouco,
Dele nada restou,
Veste minha roupa de carne e osso,
Usa minha sombra ao meio dia,
Abaixo dos pés que lhe pisam.
Posso desfazê lo num pulsar
De pensamento,
Toquem a trombeta,
Levanta te do sono profundo,
Arrogante busco me,
confuso no incessante
A fronteira da coragem ,
Na academia das letras rispidas
Agora me faz tao sereno....
Fruto esmagado nas maos do tempo
Estamos secos..
Invento uma flor,
Nesse jardim há Hortênsia,
isis inanna
Enviado por isis inanna em 03/07/2016
Alterado em 03/07/2016
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