Voando na imaginação aterriso em um lugar
onde ninguém vai,
O som da música embala minha alma que,
canta, dança no silêncio oculto,
Um pé cá outro lá
Eis a impressão que sinto ser mais do lado de la.
A viagem em segundos,
Quando acordo,
Não sei onde estou
Fui tão longe que desenhei nas nuvens,
Desenhos invisíveis
Onde as flores não precisam de terra ou água
As dores sangram na alma
Ferida aberta que não tem cura,
O vinho posto a mesa não tem gosto
A cama feita de palha ou aço
O corpo deita como se fosse luxo,
As cortinas do quarto balançam
O vento calmo, não sente calor ou frio,
Fora onde aquele encanto?
Se desfez num estalar de dedos
Escutei o barulho,
Seria sonho ou, pesadelo?
Um momento que reflito do falso ao verdadeiro.